Dízimo
Você não contribui para que Deus seja beneficiário. O maior beneficiado é você mesmo. A finalidade do dízimo é ensinar-nos a pôr Deus sempre em primeiro lugar em nossa vida (Dt 14.22). Como a questão do dízimo se torna uma lição? Observe o simples ato de emitir um cheque que será ofertado. Primeiro, você escreve a data. Logo você percebe que é uma criatura dependente do tempo, e que cada bem que possui irá se enferrujar ou queimar. É melhor darmos enquanto podemos.
Em seguida, você escreve o nome da pessoa a quem será dado o cheque. Se o sistema bancário descontasse, você escreveria o nome de Deus. Como isso não é possível, você escreve o nome da igreja ou grupo que conquistou a sua confiança.
Depois vem a quantia. Ah, o momento da verdade. Você representa mais do que uma pessoa com um talão de cheques na mão. Você é Davi colocando a pedra na funda. Você é Pedro, com um pé no barco e outro no lago. Você é um garotinho no meio da multidão. Uma cesta de piquenique é tudo que o mestre precisa, mas é tudo que você tem.
O que você faz? Lança a pedra? Toma a iniciativa? Fornece a refeição?
Cuidado, agora. Não se mexa tão depressa. Você não está apenas escrevendo uma quantia, está fazendo uma confissão. Uma confissão de que, de qualquer modo, Deus é o dono de tudo.
Por último, temos o canhoto no canto esquerdo do talão, onde escrevemos para que foi utilizado aquele cheque. Difícil saber o que escrever. Foi para as contas de luz e para a distribuição de literatura. Um pouquinho para alcançar aqueles que estão perdidos. Um pouquinho para pagar salários.
Melhor ainda, é um pagamento parcial pelo que a igreja já fez para ajudá-lo a criar a sua família... para que você mantivesse as suas prioridades organizadas... para que se mantivesse as suas prioridades organizadas... para que se mantivesse atento à presença do Senhor. Que está sempre perto de você.
Ou talvez, ainda melhor, você poderia escrever que este cheque que se destina a você mesmo. É o momento e cortar outro nó da corda na terra, para que, quando Ele retornar, você não esteja amarrado.
Cf (Confere)
Neemias 14.22-29
Malaquias 3.8-11; 3.16-18
Reflexão
§ Escreva o momento em que alguém lhe deu o melhor que tinha a oferecer;
§ Porque Deus deseja o primeiro e o melhor dos recursos das pessoas?
§ Explique a importância de quando você entrega o dízimo;
§ O que dificulta a atitude de entregar o dízimo;
§ O que recebemos em troca quando ofertamos o nosso dinheiro para igreja?
§ Qual é a relação entre dízimo e adoração?
§ De que maneira o dinheiro pode escravizar as pessoas?
§ Que medidas você toma para não se apegar aos bens materiais?
§ Será que Deus fica com o seu dinheiro ou ele te devolve muito mais?
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
10 Razões para se frequentar a escola dominical

10 RAZÕES PARA FREQÜENTAR A ESCOLA DOMINICAL:
1
Porque você tem necessidade do genuíno e sadio alimento espiritual que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus, ensinado, ensinado na Escola Dominical.
2
Porque você cresce e desenvolve-se através do estudo da Palavra de Deus.
3
Porque você cumpre os objetivos
4
Porque você adquire qualidade bíblica e espiritual permanente, pois é a Escola Dominical que determina a qualidade e o nível espiritual da igreja local, e não os outros departamentos como a união de mocidade e de mulheres, por mais excelentes que eles sejam.
5
Porque você (seja adulto, jovem, adolescente ou criança) adquire uma fé mais robusta e madura, e, assim, estará pronto e mais apto para desempenhar as atividades da Obra de Deus.
6
porque você desenvolve a sua espiritualidade e o seu caráter cristão.
7
Porque você aprende a realizar a evangelização na Escola Dominical e através dela; além disso, aprende a amar e a cooperar com a obra missionária.
8
Porque você tem oportunidades ilimitadas para servir ao Senhor, pois a Escola Dominical é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos.
9
Porque você se reúne com a sua família, fortalecendo o relacionamento entre pais e filhos, as crianças crescem na disciplina do Senhor; e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.
1
0 Porque sua vida espiritual é avivada, pois a Escola Dominical é uma fonte de avivamento, porque onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece.
Em fim, porque Deus ama você.
1
Porque você tem necessidade do genuíno e sadio alimento espiritual que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus, ensinado, ensinado na Escola Dominical.
2
Porque você cresce e desenvolve-se através do estudo da Palavra de Deus.
3
Porque você cumpre os objetivos
4
Porque você adquire qualidade bíblica e espiritual permanente, pois é a Escola Dominical que determina a qualidade e o nível espiritual da igreja local, e não os outros departamentos como a união de mocidade e de mulheres, por mais excelentes que eles sejam.
5
Porque você (seja adulto, jovem, adolescente ou criança) adquire uma fé mais robusta e madura, e, assim, estará pronto e mais apto para desempenhar as atividades da Obra de Deus.
6
porque você desenvolve a sua espiritualidade e o seu caráter cristão.
7
Porque você aprende a realizar a evangelização na Escola Dominical e através dela; além disso, aprende a amar e a cooperar com a obra missionária.
8
Porque você tem oportunidades ilimitadas para servir ao Senhor, pois a Escola Dominical é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos.
9
Porque você se reúne com a sua família, fortalecendo o relacionamento entre pais e filhos, as crianças crescem na disciplina do Senhor; e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.
1
0 Porque sua vida espiritual é avivada, pois a Escola Dominical é uma fonte de avivamento, porque onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece.
Em fim, porque Deus ama você.
Caracteristicas do verdadeiro pastor
PALAVRA DO PASTOR
CARACTERÍSTICA DO VERDADEIRO PASTOR
TESOURO EM VASO DE BARRO
DEFINIÇÃO BÍBLICA
2 Coríntios 4.1
Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
O texto nos revela duas condições de superação no dia a dia:
a) Verdadeiros crentes não desmaiam nas tribulações.
2 Co 4.1 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2 Co 4.16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
Ef 3.13 Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.
b) O crente deve se manter constante e não desanimar. Isso porque o desânimo nos faz um derrotado, é isso que o inimigo de nossas almas quer.
Apóstolo Paulo exorta à igreja de Corinto a se manterem firmes na fé.
Definições bíblicas:
Js 23.7 Para que não entreis no meio destas nações que ainda ficam convosco; e dos nomes de seus deuses não façais menção, nem por eles façais jurar, nem os sirvais, nem a eles vos inclineis,
Js 23.8 Mas ao SENHOR vosso Deus vos apegareis, como fizestes até o dia de hoje;
I Sm 12.21 E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam, e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.
Jó 11.14 Se há iniqüidade na tua mão, lança-a para longe de ti e não deixes habitar a injustiça nas tuas tendas.
Jó 11.15 Porque então o teu rosto levantarás sem mácula; e estarás firme, e não temerás.
At 11.23 O qual, quando chegou, e viu a graça de Deus, se alegrou, e exortou a todos a que permanecessem no Senhor, com propósito de coração;
I Co 15.58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
Gl 5.1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.
Ef 4.14 Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.
Fp 1.27 Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho.
2 Pd 3.17 Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
1 Pd 5.9 Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.
Sete exemplos notáveis de fé e perseverança:
Homens de Deus, ao rejeitar recompensas e que não se vendem ao diabo.
I Rs 13.8 Porém o homem de Deus disse ao rei: Ainda que me desses metade da tua casa, não iria contigo, nem comeria pão nem beberia água neste lugar.
Josias nos seus deveres de rei
I Rs 22.2 Porém no terceiro ano sucedeu que Jeosafá, rei de Judá, desceu para avistar-se com o rei de Israel.
Jó na sua vida religiosa
Jó 23.11 Nas suas pisadas os meus pés se afirmaram; guardei o seu caminho, e não me desviei dele.
Os três hebreus cativos
Dn 3.18 E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.
Cristo ao ir a cruz
Lc 9.51 E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém.
At 2.42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
Pedro e João
At 4.19 Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus;
At 4.20 Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.
Devemos suportar as dificuldades por amor ao Senhor Jesus:
Definição bíblica:
Mt 10.22 E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.
Mc 13.13 E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.
Hb 12.7 Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
Tg 1.12 Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.
Tg 5.11 Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.
I Pd 2.19 Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.
Consolo nas aflições
Mt 9.22 E Jesus, voltando-se, e vendo-a, disse: Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou sã.
Mc 5.36 E Jesus, tendo ouvido estas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente.
Lc 7.13 E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
Jo 14.1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Jo 14.18 Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
Jo 16.22 Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará.
Jo 16.33 Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
II Ts 2.16 E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança,
Que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo seja com toda a igreja.
CARACTERÍSTICA DO VERDADEIRO PASTOR
TESOURO EM VASO DE BARRO
DEFINIÇÃO BÍBLICA
2 Coríntios 4.1
Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
O texto nos revela duas condições de superação no dia a dia:
a) Verdadeiros crentes não desmaiam nas tribulações.
2 Co 4.1 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2 Co 4.16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
Ef 3.13 Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.
b) O crente deve se manter constante e não desanimar. Isso porque o desânimo nos faz um derrotado, é isso que o inimigo de nossas almas quer.
Apóstolo Paulo exorta à igreja de Corinto a se manterem firmes na fé.
Definições bíblicas:
Js 23.7 Para que não entreis no meio destas nações que ainda ficam convosco; e dos nomes de seus deuses não façais menção, nem por eles façais jurar, nem os sirvais, nem a eles vos inclineis,
Js 23.8 Mas ao SENHOR vosso Deus vos apegareis, como fizestes até o dia de hoje;
I Sm 12.21 E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam, e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.
Jó 11.14 Se há iniqüidade na tua mão, lança-a para longe de ti e não deixes habitar a injustiça nas tuas tendas.
Jó 11.15 Porque então o teu rosto levantarás sem mácula; e estarás firme, e não temerás.
At 11.23 O qual, quando chegou, e viu a graça de Deus, se alegrou, e exortou a todos a que permanecessem no Senhor, com propósito de coração;
I Co 15.58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
Gl 5.1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.
Ef 4.14 Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.
Fp 1.27 Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho.
2 Pd 3.17 Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
1 Pd 5.9 Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.
Sete exemplos notáveis de fé e perseverança:
Homens de Deus, ao rejeitar recompensas e que não se vendem ao diabo.
I Rs 13.8 Porém o homem de Deus disse ao rei: Ainda que me desses metade da tua casa, não iria contigo, nem comeria pão nem beberia água neste lugar.
Josias nos seus deveres de rei
I Rs 22.2 Porém no terceiro ano sucedeu que Jeosafá, rei de Judá, desceu para avistar-se com o rei de Israel.
Jó na sua vida religiosa
Jó 23.11 Nas suas pisadas os meus pés se afirmaram; guardei o seu caminho, e não me desviei dele.
Os três hebreus cativos
Dn 3.18 E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.
Cristo ao ir a cruz
Lc 9.51 E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém.
At 2.42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
Pedro e João
At 4.19 Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus;
At 4.20 Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.
Devemos suportar as dificuldades por amor ao Senhor Jesus:
Definição bíblica:
Mt 10.22 E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.
Mc 13.13 E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.
Hb 12.7 Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
Tg 1.12 Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.
Tg 5.11 Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.
I Pd 2.19 Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.
Consolo nas aflições
Mt 9.22 E Jesus, voltando-se, e vendo-a, disse: Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou sã.
Mc 5.36 E Jesus, tendo ouvido estas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente.
Lc 7.13 E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
Jo 14.1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Jo 14.18 Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
Jo 16.22 Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará.
Jo 16.33 Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
II Ts 2.16 E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança,
Que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo seja com toda a igreja.
Estudos reunidos com comentário
ESTUDO N.º 01
BASE BÍBLICA – MATEUS 8.18-22
COMENTÁRIO: A narrativa de Mateus apresenta dois diálogos. Dois homens queriam seguir a Jesus. Um escriba que disse a Jesus: “Mestre seguir-te-ei para onde quer que fores”, Jesus respondeu-lhe: “As raposas tem covis e as aves do céu tem ninhos, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”. Um outro também que queria seguir a Jesus disse-lhe: “Permite-me que eu vá primeiro enterrar meu pai”. Mas Jesus respondeu: “Segue-me e deixe que os mortos enterrem seus mortos”.
ARGUMENTO: “Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores”.
No primeiro Mateus se coloca como interlocutor de Jesus. Um mestre da lei, Jesus responde com uma sentença enigmática que apresenta implicitamente a principal exigência: Segui-lo significa assumir o seu estilo de vida, sem casa, sem teto.
Quem quiser seguir a Jesus como um verdadeiro discípulo são necessárias duas condições:
- A primeira é estar disposto o compartilhar a dureza de sua vida.
- A segunda, a renúncia, se colocar inteiramente aos serviços do mestre e interesse pelo reino de Deus acima de qualquer preocupação pessoal.
No livro de Lucas no capítulo 9.61-62 apresenta um terceiro candidato que disse: Senhor te seguirei, mas deixe-me primeiro despedir dos que estão em minha casa. Jesus lhe disse: Ninguém que lança mão no arado e olha para trás é apto para o reino de Deus.
A inerância que supõe esse estilo de vida leva consigo uma ruptura com a própria família e até mesmo com a própria casa que era a instituição sobe o qual se fundamentava a sociedade no tempo de Jesus no segundo diálogo, Jesus descreve o preço do verdadeiro seguidor e discipulado para todo aquele que quer segui-lo.
O sentido global da frase de Jesus é claro, o seguimento está antes do dever de enterrar o seu próprio pai, não esta tão claro que são esses mortos que devem enterrá-lo.
Talvez trata-se de um símbolo para designar todos aqueles que estão fora do reino de Deus e que estão sem vida.
ESTUDO N.º 2
BASE BÍBLICA – LUCAS 21.10-19
COMENTÁRIO: Este texto parece descrever os eventos que ocorrerão no período da grande tribulação.
1. A primeira metade da grade tribulação (Lc 8.19)
(a). Falso Cristo (21.8) Muitos se apresentarão dizendo ser o Cristo, enganado a muitos
(b) Guerras (21.9-10) Haverá guerras e insurreições mas não será motivo para pânico.
(c) Calamidades (21.11) Terremotos, fome, epidemias e grandes sinais ocorrerão nos céus.
(d) Desprezo (21.11, 16, 17) Os crentes serão odiados e perseguidos por causa de Jesus.
1. perseguição política e religiosa (11.12), pessoas serão acusadas, arrastadas para as sinagogas e prisões e serão interrogadas perante os reis e governadores.
2. Haverá uma perseguição familiar (21.16) parentes próximos uns dos outros.
3. Perseguição geral (21.12) os crentes serão odiados por todos por causa da fidelidade de Jesus.
ESTUDO 3
BASE BÍBLICA – LUCAS 21.20-28
SEGUNDA METADE DA GRANDE TRIBULAÇÃO
(a) destruição (21.24b) Jerusalém será destruída e ocupada pelos gentios.
(b) destituições (21.20-21) Os sobreviventes fugirão das cidades.
(c) desastres (21.22-23) A vingança de Deus era cumprida quando seu juízo mais severo for lançado sobre Israel.
(d) morte (21.24a) As pessoas serão assassinadas ou escravizadas..
(e) Ruína (21.25) Eventos e sinais estranhos ocorrerão nos céus.
(f) Aflição (21.26) os homens desmaiarão de terror na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo pois corpos celestes serão abalados.
(g) Deleite (21.27-28) Cristo voltará nas nuvens com poder e glória.
Aleluia!
BASE BÍBLICA – MATEUS 8.18-22
COMENTÁRIO: A narrativa de Mateus apresenta dois diálogos. Dois homens queriam seguir a Jesus. Um escriba que disse a Jesus: “Mestre seguir-te-ei para onde quer que fores”, Jesus respondeu-lhe: “As raposas tem covis e as aves do céu tem ninhos, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”. Um outro também que queria seguir a Jesus disse-lhe: “Permite-me que eu vá primeiro enterrar meu pai”. Mas Jesus respondeu: “Segue-me e deixe que os mortos enterrem seus mortos”.
ARGUMENTO: “Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores”.
No primeiro Mateus se coloca como interlocutor de Jesus. Um mestre da lei, Jesus responde com uma sentença enigmática que apresenta implicitamente a principal exigência: Segui-lo significa assumir o seu estilo de vida, sem casa, sem teto.
Quem quiser seguir a Jesus como um verdadeiro discípulo são necessárias duas condições:
- A primeira é estar disposto o compartilhar a dureza de sua vida.
- A segunda, a renúncia, se colocar inteiramente aos serviços do mestre e interesse pelo reino de Deus acima de qualquer preocupação pessoal.
No livro de Lucas no capítulo 9.61-62 apresenta um terceiro candidato que disse: Senhor te seguirei, mas deixe-me primeiro despedir dos que estão em minha casa. Jesus lhe disse: Ninguém que lança mão no arado e olha para trás é apto para o reino de Deus.
A inerância que supõe esse estilo de vida leva consigo uma ruptura com a própria família e até mesmo com a própria casa que era a instituição sobe o qual se fundamentava a sociedade no tempo de Jesus no segundo diálogo, Jesus descreve o preço do verdadeiro seguidor e discipulado para todo aquele que quer segui-lo.
O sentido global da frase de Jesus é claro, o seguimento está antes do dever de enterrar o seu próprio pai, não esta tão claro que são esses mortos que devem enterrá-lo.
Talvez trata-se de um símbolo para designar todos aqueles que estão fora do reino de Deus e que estão sem vida.
ESTUDO N.º 2
BASE BÍBLICA – LUCAS 21.10-19
COMENTÁRIO: Este texto parece descrever os eventos que ocorrerão no período da grande tribulação.
1. A primeira metade da grade tribulação (Lc 8.19)
(a). Falso Cristo (21.8) Muitos se apresentarão dizendo ser o Cristo, enganado a muitos
(b) Guerras (21.9-10) Haverá guerras e insurreições mas não será motivo para pânico.
(c) Calamidades (21.11) Terremotos, fome, epidemias e grandes sinais ocorrerão nos céus.
(d) Desprezo (21.11, 16, 17) Os crentes serão odiados e perseguidos por causa de Jesus.
1. perseguição política e religiosa (11.12), pessoas serão acusadas, arrastadas para as sinagogas e prisões e serão interrogadas perante os reis e governadores.
2. Haverá uma perseguição familiar (21.16) parentes próximos uns dos outros.
3. Perseguição geral (21.12) os crentes serão odiados por todos por causa da fidelidade de Jesus.
ESTUDO 3
BASE BÍBLICA – LUCAS 21.20-28
SEGUNDA METADE DA GRANDE TRIBULAÇÃO
(a) destruição (21.24b) Jerusalém será destruída e ocupada pelos gentios.
(b) destituições (21.20-21) Os sobreviventes fugirão das cidades.
(c) desastres (21.22-23) A vingança de Deus era cumprida quando seu juízo mais severo for lançado sobre Israel.
(d) morte (21.24a) As pessoas serão assassinadas ou escravizadas..
(e) Ruína (21.25) Eventos e sinais estranhos ocorrerão nos céus.
(f) Aflição (21.26) os homens desmaiarão de terror na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo pois corpos celestes serão abalados.
(g) Deleite (21.27-28) Cristo voltará nas nuvens com poder e glória.
Aleluia!
Usos e costumes nas igrejas
USO E COSTUME NAS IGREJAS EVANGÉLICAS
(Estudo geral e resumido)
Pesquisa: Pr. Célio Salgado
“...mas, ao princípio não foi assim”. Mt 19.8
1ª Situação: Vestes masculinas e femininas
Argumento: As vestes masculinas devem diferenciar das vestes femininas, caracterizando a sexualidade de cada um (Dt 22.5). Hoje, o homem usando calças compridas e camisas e a mulher usando saias e vestidos. Ambos evitando a aparência de malícia.
Base bíblica: Dt 22.5; I Tm 2.9; I Ts 5.22; I Co 10.32
Objeção: O que importa é o interior das pessoas é o coração. As vestes seguem a evolução da moda. Há de se considerar em muitas passagens bíblicas, o contexto histórico de cada época.
Base bíblica: Mt 7.18-23; Gl 5.1
Argumento: As vestes exteriores devem refletir a realidade interior.
Base bíblica: 2 Rs 1.8; Lc 7.25; Ap 3.4-5
2ª Situação: O uso dos cabelos
Argumento: Homens: cabelos curtos, aparados; mulheres: cabelos compridos, sem cortes.
Base bíblica: I Co 11.1-15
Objeção: O que o apóstolo Paulo escreveu em I Co 11.1-15 é contextual histórico-cultutral daquela época. A bíblia em parte alguma, proíbe a mulher de cortar os cabelos. Nesses detalhes, aplica-se o que Paulo escreveu (I Co 9.1; 9.19; 10.25-26).
Quanto aos cabelos compridos nos homens, e o voto Nazireu? (Nm 6.1-21). Sansão tinha os cabelos compridos (II Sm 14.25-26); João Batista mantinha os cabelos compridos; Paulo fez o voto Nazireu temporariamente (At 18.18). E Jesus, usou cabelos compridos? Os Evangelhos silenciam sobre isso. Segundo o estudioso Willian L. Coleman, era comum os homens usarem cabelos longos na época de Cristo. Nada garante que Jesus não usasse cabelos compridos ou usasse-os curtos.
3ª Situação: Atavios
Argumento: De um modo geral, as Escrituras Sagradas vê negativamente o uso dos recursos estéticos (maquiagem, batom, esmalte, rouge, sombras) pela mulher.
Base bíblica: 2 Rs 9.30; Ez 23.40; Jr 4.30; Is 3.16-23.
Objeção: No livro de Cantares (ou Cântico dos Cânticos) de Salomão, a Sulamita (Ct 6.13) nos induz a concluir que fizesse uso da maquiagem (Ct 1.12-14), de maneira pura e amorosa, segundo o costume oriental.
Nardo: perfume;
Ramalhete de mirra: saquinho de perfume no pescoço da Sulamita;
Cacho de Chipre: arbusto de hena, cujas flores produzem uma tinta alaranjada, de agradável fragrância. Serve para pintar e tratar dos cabelos.
Pós aromáticos (Ct 3.6): seria uma espécie de pó-de-arroz ou rouge.
Açafrão (Ct 4.14): planta, cujas flores produzem uma tinta amarela.
Se as evangélicas usam maquiagem e todo tipo de embelezamento, não estão agindo como Jezabel ou como Oolá e Oolibá (Ez 23.40), mas sim como a Sulamita, que amava unicamente seu esposo, se ataviando e se embelezando para ele.
Argumento: O único recurso aromático permitido pelas Escrituras Sagradas, tanto por homem como por mulher, em usar é o perfume, pois apresenta um simbolismo espiritual.
Base bíblica: II Sm 12.20; Mc 14.3-9; Ap 5.8.
Quanto à maquiagem, pintura de cabelos, batom, esmalte, “ao principio não foi assim” que Deus propôs, no início da criação de Adão e Eva. Eram originais e naturais!
A bíblia Sagrada orienta em não usarmos adornos exteriores (enfeites, cordões com medalhas, pulseiras), nos abstendo da idolatria e da superstição. Daí o não uso de crucifixo, medalhas “milagrosas”. Amuletos, talismãs, brincos, piercings, ect.
Base bíblica: Gn 35.4; Os 2.13; I Tm 2.9.
Objeção: Os adornos foram usados pelos servos do Senhor: Rebeca (Gn 24.22); José (Gn 41.42); Sulamita (Ct 5.14); Daniel (Dn 5.7-29). As jóias e seu uso, faziam parte do costume do povo de Deus (Is 61.10; Lc 15.22 b), Ezequiel (Ez 16.9-13). O importante é não se apegar a esses adornos (Mt 6.19-21).
Argumento: O verdadeiro enfeite são as boas obras (I Tm 2.9-10). No caso de José e Daniel, os adornos eram distintivos oficiais hierárquicos, nos respectivos governos. O anel de formatura simbolizava autoridade e legitimidade (Gn 41.41-43; Es 3.10; 8.2). A aliança de noivado ou de casamento, simboliza fidelidade, amor e comprometimento mútuo (Ef 5.22-23).
4ª Situação: Exercícios Físicos
Argumento: Privilegia-se uma vida de piedade plena, até a renúncia total de qualquer espécie de atletismo. Oração, jejum, caridade, supera qualquer exercício físico.
Base bíblica: Mt 10.28; I Tm 4.8
Objeção: O apóstolo Paulo usa uma ilustração, em que compara a perseverança cristã com o atleta romano. Se o atletismo fosse ruim, Paulo não o utilizaria como ilustração.
Base bíblica: I Co 9.24-25
5ª Situação: A dança nos cultos
Argumento: É legítimo dançar para o Senhor, sob a inspiração do Espírito Santo (‘dançar no mistério’), não segundo a carne, como num espetáculo.
Base bíblica: Ex 15.20; Sm 6.14-16; Jr 31.4
A dança profana é imoral e orgíaca (Ex 32.19; Mt 14.6).
Objeção: A prioridade é dançar para Deus, mas não é preciso a manifestação sobrenatural do Espírito Santo, a vontade é suficiente. Em ocasião de alegria é louvável dançar.
Base bíblica: Lc 7.32; Lc 15.25
Argumento: Se a dança nos cultos for apenas uma vontade, fatalmente cederá à carne, ao desejo de se exibir, e Deus não se agrada disso.
6ª Situação: Bater palmas durante o culto
Argumento: Por assemelhar às práticas de culto pagão, o uso de palmas são evitados.
Base bíblica: implicitamente I Rs 18.28; Mt 6.7
Objeção: O salmista Davi defende o uso de bater palmas na adoração a Deus. Implicitamente, poderemos dizer que bateram palmas quando Jesus entro triunfante em Jerusalém.
Base bíblica: Sl 47.1; Mt 21.8-11.
7ª Situação: Divórcio
Argumento: A quem Deus uniu, não separe o homem. Se houve erro entre um dos cônjuges, orar ao Senhor e lutar pela reconciliação. Se o cônjuge adulterou, a parte inocente pode se separar (divorciar-se), mas sem contrair novas núpcias. Em caso de conflito conjugal em que haja perigo de vida física ou espiritual, não sendo possível a reconciliação, um dos cônjuges se separa, mas permanecendo sem casar.
Base bíblica: Mt 19.9; I Co 7.10-15
Objeção: O adultério, a prostituição, o conflito conjugal, possibilitam o divórcio, pois já houve a morte espiritual desse casamento. Se já houve a morte espiritual do matrimônio anterior, não há impedimento para um novo casamento (I Co 7.39, morte como símbolo).
Base bíblica: Mt 19.9 (destaque para a frase interpolada); I Co 7.10-15; 39.
8ª Situação: Saída para banhos de mar, rios e cachoeiras
Argumento: A aparência no uso dos trajes que demonstram a possibilita a malícia, deve ser evitada.
Base bíblica: I Ts 5.22; I Co 10.32
Objeção: Aplicando o que Paulo escreveu em I Co 10.25-26; 9.19, em outro contexto ou situação, os trajes usados para ir a praia, cachoeira, piscina, fica a critério de cada consciência.
9ª Situação: Oportunidade no culto
Argumento: A existência de oportunidade no culto, para trazer uma palavra, um louvor, uma saudação, tem por base bíblica passagens em Lc 4.16-21; At 18.4.
Essa oportunidades são para os que já foram batizados nas águas e instruídos em Jesus Cristo.
Base bíblica: Hb 5.12-14; I Tm 3.6; 5.22
Objeção: Os neófitos, os novos convertidos, devem ter oportunidade no culto, pois se Deus quiser poderá usá-los. O Senhor usou um animal para advertir e um ímpio para reedificar o templo em Jerusalém, o rei Ciro.
Base bíblica: Nm 22.30; Ed 6.3
Argumento: Está escrito em Eclesiastes 3.1: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.
10ª Situação: O Uso de tatuagem
Argumento: Deus é contrário ao uso da tatuagem em nossos corpos, por ser de origem ocultista, tribalista e representativo da luxúria (usada classicamente por prostitutas) e da escravidão (os antigos escravos eram marcados a ferro e fogo).
Base bíblica: Lv 19.28; I Co 6.19; Lv 21.5; Dt 14.1-2; Gr 16.6, 48. 37,40.
Em referência ao símbolo de muita dor, corpos mutilados devido ao pecado.
Objeção: Deus mesmo colocou um sinal, uma marca em Caim, provavelmente uma tatuagem. A Sulamita nos sugere, poderia ter feito uso de tatuagem o nome inscrito na coxa do cavaleiro “Fiel e Verdadeiro” sugere uma tatuagem não desenhada. Quanto ao Lv 19.28, é contextual aos ritos pagãos, em relação a outros deuses.
Base bíblica: Gn 4.15; Ct 8.6; Ap 19.16
Argumento: Verificando Gn 1.15, nem todo sinal é expresso em marcas, é só ler em Lc 2.12, em Mc 14.44 e em Jo 18.6. Quanto ao que descreve em Ap 19.16, é um simbolismo de uma decisão, posição diante de uma resolução sagrada, como em Gn 24.2; 9. Representa o poder de Deus em nossas vidas.
Lv19.28 Aplica-se em todos os tempos, nos advertindo contra o ocultismo.
(Estudo geral e resumido)
Pesquisa: Pr. Célio Salgado
“...mas, ao princípio não foi assim”. Mt 19.8
1ª Situação: Vestes masculinas e femininas
Argumento: As vestes masculinas devem diferenciar das vestes femininas, caracterizando a sexualidade de cada um (Dt 22.5). Hoje, o homem usando calças compridas e camisas e a mulher usando saias e vestidos. Ambos evitando a aparência de malícia.
Base bíblica: Dt 22.5; I Tm 2.9; I Ts 5.22; I Co 10.32
Objeção: O que importa é o interior das pessoas é o coração. As vestes seguem a evolução da moda. Há de se considerar em muitas passagens bíblicas, o contexto histórico de cada época.
Base bíblica: Mt 7.18-23; Gl 5.1
Argumento: As vestes exteriores devem refletir a realidade interior.
Base bíblica: 2 Rs 1.8; Lc 7.25; Ap 3.4-5
2ª Situação: O uso dos cabelos
Argumento: Homens: cabelos curtos, aparados; mulheres: cabelos compridos, sem cortes.
Base bíblica: I Co 11.1-15
Objeção: O que o apóstolo Paulo escreveu em I Co 11.1-15 é contextual histórico-cultutral daquela época. A bíblia em parte alguma, proíbe a mulher de cortar os cabelos. Nesses detalhes, aplica-se o que Paulo escreveu (I Co 9.1; 9.19; 10.25-26).
Quanto aos cabelos compridos nos homens, e o voto Nazireu? (Nm 6.1-21). Sansão tinha os cabelos compridos (II Sm 14.25-26); João Batista mantinha os cabelos compridos; Paulo fez o voto Nazireu temporariamente (At 18.18). E Jesus, usou cabelos compridos? Os Evangelhos silenciam sobre isso. Segundo o estudioso Willian L. Coleman, era comum os homens usarem cabelos longos na época de Cristo. Nada garante que Jesus não usasse cabelos compridos ou usasse-os curtos.
3ª Situação: Atavios
Argumento: De um modo geral, as Escrituras Sagradas vê negativamente o uso dos recursos estéticos (maquiagem, batom, esmalte, rouge, sombras) pela mulher.
Base bíblica: 2 Rs 9.30; Ez 23.40; Jr 4.30; Is 3.16-23.
Objeção: No livro de Cantares (ou Cântico dos Cânticos) de Salomão, a Sulamita (Ct 6.13) nos induz a concluir que fizesse uso da maquiagem (Ct 1.12-14), de maneira pura e amorosa, segundo o costume oriental.
Nardo: perfume;
Ramalhete de mirra: saquinho de perfume no pescoço da Sulamita;
Cacho de Chipre: arbusto de hena, cujas flores produzem uma tinta alaranjada, de agradável fragrância. Serve para pintar e tratar dos cabelos.
Pós aromáticos (Ct 3.6): seria uma espécie de pó-de-arroz ou rouge.
Açafrão (Ct 4.14): planta, cujas flores produzem uma tinta amarela.
Se as evangélicas usam maquiagem e todo tipo de embelezamento, não estão agindo como Jezabel ou como Oolá e Oolibá (Ez 23.40), mas sim como a Sulamita, que amava unicamente seu esposo, se ataviando e se embelezando para ele.
Argumento: O único recurso aromático permitido pelas Escrituras Sagradas, tanto por homem como por mulher, em usar é o perfume, pois apresenta um simbolismo espiritual.
Base bíblica: II Sm 12.20; Mc 14.3-9; Ap 5.8.
Quanto à maquiagem, pintura de cabelos, batom, esmalte, “ao principio não foi assim” que Deus propôs, no início da criação de Adão e Eva. Eram originais e naturais!
A bíblia Sagrada orienta em não usarmos adornos exteriores (enfeites, cordões com medalhas, pulseiras), nos abstendo da idolatria e da superstição. Daí o não uso de crucifixo, medalhas “milagrosas”. Amuletos, talismãs, brincos, piercings, ect.
Base bíblica: Gn 35.4; Os 2.13; I Tm 2.9.
Objeção: Os adornos foram usados pelos servos do Senhor: Rebeca (Gn 24.22); José (Gn 41.42); Sulamita (Ct 5.14); Daniel (Dn 5.7-29). As jóias e seu uso, faziam parte do costume do povo de Deus (Is 61.10; Lc 15.22 b), Ezequiel (Ez 16.9-13). O importante é não se apegar a esses adornos (Mt 6.19-21).
Argumento: O verdadeiro enfeite são as boas obras (I Tm 2.9-10). No caso de José e Daniel, os adornos eram distintivos oficiais hierárquicos, nos respectivos governos. O anel de formatura simbolizava autoridade e legitimidade (Gn 41.41-43; Es 3.10; 8.2). A aliança de noivado ou de casamento, simboliza fidelidade, amor e comprometimento mútuo (Ef 5.22-23).
4ª Situação: Exercícios Físicos
Argumento: Privilegia-se uma vida de piedade plena, até a renúncia total de qualquer espécie de atletismo. Oração, jejum, caridade, supera qualquer exercício físico.
Base bíblica: Mt 10.28; I Tm 4.8
Objeção: O apóstolo Paulo usa uma ilustração, em que compara a perseverança cristã com o atleta romano. Se o atletismo fosse ruim, Paulo não o utilizaria como ilustração.
Base bíblica: I Co 9.24-25
5ª Situação: A dança nos cultos
Argumento: É legítimo dançar para o Senhor, sob a inspiração do Espírito Santo (‘dançar no mistério’), não segundo a carne, como num espetáculo.
Base bíblica: Ex 15.20; Sm 6.14-16; Jr 31.4
A dança profana é imoral e orgíaca (Ex 32.19; Mt 14.6).
Objeção: A prioridade é dançar para Deus, mas não é preciso a manifestação sobrenatural do Espírito Santo, a vontade é suficiente. Em ocasião de alegria é louvável dançar.
Base bíblica: Lc 7.32; Lc 15.25
Argumento: Se a dança nos cultos for apenas uma vontade, fatalmente cederá à carne, ao desejo de se exibir, e Deus não se agrada disso.
6ª Situação: Bater palmas durante o culto
Argumento: Por assemelhar às práticas de culto pagão, o uso de palmas são evitados.
Base bíblica: implicitamente I Rs 18.28; Mt 6.7
Objeção: O salmista Davi defende o uso de bater palmas na adoração a Deus. Implicitamente, poderemos dizer que bateram palmas quando Jesus entro triunfante em Jerusalém.
Base bíblica: Sl 47.1; Mt 21.8-11.
7ª Situação: Divórcio
Argumento: A quem Deus uniu, não separe o homem. Se houve erro entre um dos cônjuges, orar ao Senhor e lutar pela reconciliação. Se o cônjuge adulterou, a parte inocente pode se separar (divorciar-se), mas sem contrair novas núpcias. Em caso de conflito conjugal em que haja perigo de vida física ou espiritual, não sendo possível a reconciliação, um dos cônjuges se separa, mas permanecendo sem casar.
Base bíblica: Mt 19.9; I Co 7.10-15
Objeção: O adultério, a prostituição, o conflito conjugal, possibilitam o divórcio, pois já houve a morte espiritual desse casamento. Se já houve a morte espiritual do matrimônio anterior, não há impedimento para um novo casamento (I Co 7.39, morte como símbolo).
Base bíblica: Mt 19.9 (destaque para a frase interpolada); I Co 7.10-15; 39.
8ª Situação: Saída para banhos de mar, rios e cachoeiras
Argumento: A aparência no uso dos trajes que demonstram a possibilita a malícia, deve ser evitada.
Base bíblica: I Ts 5.22; I Co 10.32
Objeção: Aplicando o que Paulo escreveu em I Co 10.25-26; 9.19, em outro contexto ou situação, os trajes usados para ir a praia, cachoeira, piscina, fica a critério de cada consciência.
9ª Situação: Oportunidade no culto
Argumento: A existência de oportunidade no culto, para trazer uma palavra, um louvor, uma saudação, tem por base bíblica passagens em Lc 4.16-21; At 18.4.
Essa oportunidades são para os que já foram batizados nas águas e instruídos em Jesus Cristo.
Base bíblica: Hb 5.12-14; I Tm 3.6; 5.22
Objeção: Os neófitos, os novos convertidos, devem ter oportunidade no culto, pois se Deus quiser poderá usá-los. O Senhor usou um animal para advertir e um ímpio para reedificar o templo em Jerusalém, o rei Ciro.
Base bíblica: Nm 22.30; Ed 6.3
Argumento: Está escrito em Eclesiastes 3.1: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.
10ª Situação: O Uso de tatuagem
Argumento: Deus é contrário ao uso da tatuagem em nossos corpos, por ser de origem ocultista, tribalista e representativo da luxúria (usada classicamente por prostitutas) e da escravidão (os antigos escravos eram marcados a ferro e fogo).
Base bíblica: Lv 19.28; I Co 6.19; Lv 21.5; Dt 14.1-2; Gr 16.6, 48. 37,40.
Em referência ao símbolo de muita dor, corpos mutilados devido ao pecado.
Objeção: Deus mesmo colocou um sinal, uma marca em Caim, provavelmente uma tatuagem. A Sulamita nos sugere, poderia ter feito uso de tatuagem o nome inscrito na coxa do cavaleiro “Fiel e Verdadeiro” sugere uma tatuagem não desenhada. Quanto ao Lv 19.28, é contextual aos ritos pagãos, em relação a outros deuses.
Base bíblica: Gn 4.15; Ct 8.6; Ap 19.16
Argumento: Verificando Gn 1.15, nem todo sinal é expresso em marcas, é só ler em Lc 2.12, em Mc 14.44 e em Jo 18.6. Quanto ao que descreve em Ap 19.16, é um simbolismo de uma decisão, posição diante de uma resolução sagrada, como em Gn 24.2; 9. Representa o poder de Deus em nossas vidas.
Lv19.28 Aplica-se em todos os tempos, nos advertindo contra o ocultismo.
Vencendo as tentações
Texto bíblico básico Mateus 4.1-11
1. Então, foi conduzido Jesus pelo Espírito santo ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
2. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;
3. E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.
4. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
5. Então o diabo o transportou à cidade santa, e o colocou sobre o pináculo do templo.
6. E disse-lhe: Se te és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo: porque está escrito: Que aos seus anos dará ordens a teu respeito: e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.
7. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.
8. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
9. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
10. Então disse-lhe Jesus: vai-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.
11. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviram.
Palavra Introdutória
“Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que sãi tentados” Hebreus 2.18
Devemos Compreender que assim como Jesus foi tentado, todo crente também sofre tentações.
Entender que a tentação é uma estratégia do inimigo.
Vigiar todo o tempo para não cair na tentação
Devemos tirara como lição sobre situações do dia-a-dia que podem tornar-se motivos de queda para o cristão.
Trata-se das inúmeras tentações que chegam qualquer momento, das mais diversas formas e intensidades.
1. Conhecendo algo sobre a tentação
Em princípio é importante saber que a tentação é uma disposição de ânimo para a prática de coisas diferentes ou censuráveis. É um forte desejo impetuoso, arrojado, forte, vigoroso.
1.1. A tentação pertence à esfera humana
Deus não tenta ninguém. Porquanto nele não existe qualquer sombra do mal. Ele não possui inclinação nem desejo para o mal.
Deus consente as tentações e provações para provar seus servos e para que eles demonstrem firmeza na fé. Porém a tentação em si não vem de Deus (Tg 1.13). le prova a fidelidade do cristão. Mas nunca o leva a praticar o pecado.
1.2. A tentação não é pecado
A tentação em si não é pecado. É uma predisposição para o pecado. Quando concebida, como diz o apóstolo Tiago, então dá à luz o pecado, e este, sendo consumado, gera a morte (Tg 1.14,15).
1.3. Ninguém é tentado acima do seu limite
Sendo que os propósitos divinos são para testar e burilar o homem através das tentações,o Senhor tem o cuidado de não deixar que elas se avultem ao ponto de sufocar a fé do crente e torná-lo sem ação. Nisso também se pode contar com a fidelidade de Deus.
1.4. As estratégias do inimigo
Satanás tem condições para se transformar em qualquer coisa para atrair e enganar o crente. Ele pode fazer uso de uma serpente, como aconteceu no Èden (Gn 3.1) ou tomar a forma de um anjo de luz (2 Co 11.14). Ele imita a voz dos que já morreram para enganar os parentes saudosos. Usa também os seus instrumentos pra atrair o homem, despertar a sua sensualidade, os seus desejos e levá-lo à queda (Jz 14.1-3).
1.4.1. Ele procura os desatentos e despreocupados
Quando o crente recebe uma grande bênção, ou quando está envolvido em um grande projeto é natural que passe por momentos de despreocupação. Certa ocasião, depois de vencer os siros, o rei Davi (2 Sm 10.18,19), despreocupou-se por algum tempo, dos assuntos de guerra. Permanecendo em Jerusalém, enviou o povo a combater os amonitas. Aproveitando aquela situação Satanás investiu fortemente despreocupado (2 Sm 11.1-4). O rei não vigiou. Caiu na tentação e pagou caro pelo seu pecado.
Vigiar e orar em todo tempo é a advertência divina (Mt 26.41; Lc 22.40).
1.4.2 Jesus estava no deserto
Satanás espera que o crente esteja só, sem o aconchego da família, dos amigos, longe da igreja, longe de alguém que lhe possa alertar sobre o perigo próximo.
1.4.3. Uso de sofismas
Outra estratégia também usada na tentação é a utilização de argumentos aparentemente válidos que só servem para confundir.
Para Eva, o diabo argumentou com palavras que pareciam persuasivas. No entanto eram distorcidas e, por isso, enganosas. Isso a levou à desobediência. Ela transgrediu uma ordem divina (Gn 3.1).
Ele pode até fazer uso de certas verdades com o objetivo de confundir.
Por exemplo, quantas pessoas são tentadas a praticar atos desonestos porque o inimigo lhe mostra um quadro de injustiças sociais. É bem verdade que elas existem.
Mas isso não dá direito a nenhum cidadão de torna-se mentiroso, desonesto, ladrão ou usurpador.
1.4.4. Uso de momentos de fragilidade
Ele atacou Jesus aproveitando –se de um momento fragilidade, após quarenta dias e quarenta noites de jejum. Jesus estava enfraquecido na sua natureza humana. Tanto que teve fome.
O diabo usa desse mesmo expediente para atacar o cristão. É preciso ter força e verdadeira convicção de fé para repreender o inimigo em tais momentos.
2. Os três aspectos das fraqueza humana.
O desejo de derrotar tudo que se relaciona com Deus é muito forte no diabo. Por isso, ele usa de todos os meios para alcançar seu intento.
Ele não teve escrúpulos de tentar o próprio Jesus, muito menos ao homem, que já provou por demais a sua fraqueza.
Assim sendo, o inimigo aproximou-se querendo se aproveitar da situação de desgaste do Senhor, procurou atingir primeiramente o seu amor próprio para, em seguida, intervir, com fúria, nos outros aspectos “Se tu és o Filho de Deus.... (Mt 4.3).
Porém, o intuito maior era levar Jesus a obedecê-lo. Jesus, no entanto, mostrou-se firme. Ele não precisava provar nada a ninguém, muito menos a Satanás
O inimigo não desistiu e continuou o seu intento para derrotá-lo.
2.1. Desejos da carne
O ataque dessa feita foi dirigido à necessidade da carne, pois Jesus naquele momento certamente sentia fome. O diabo sempre chega na hora da nossa maior fragilidade e necessidade. Quantas vezes, o inimigo usa a mesma estratégia para derrubar o crente. Oferece-lhe sugestões para soluções de problemas ou pede para ele demonstrar que possui fé. Seja vigilante, não aceite tais soluções. Elas são apenas momentâneas e estão sempre incluindo um interesse maior para fazer o servo de Deus pecar.
2.2. A soberba da vida
infelizmente esse é um dos males que se apresenta com muita freqüência nos dias atuais. A sede do poder, à vontade de se sobrepor aos demais, a falta de humildade, o desejo de receber louvores e honras têm levado o homem a muitos desatinos.
Até os crentes estão se deixando levar pela soberba da vida. Estão cedendo a esse tipo de tentação. Alguém quer mostrar que é mais espiritual, que é mais usado por Deus, que é mais santo, que ora e jejua mais. Outro se insinua a dizer que tem muita intimidade ao ponto de dizer que tem muita intimidade ao ponto de dizer que Deus lhe revela coisas que não pode contar aos demais porque é “mistério”. Outros ainda sentem-se em situação tão privilegiada de santidade que se ufanam em praticar milagres como se fossem poderosos.
Satanás levou Jesus para o pináculo do tempo (lugar mais alto 70 metros); isto nos demonstrar que satanás ataca até no templo. Tenha muito cuidado com a posição que você ocupa na casa de Deus. O orgulho e a soberba levam à queda (Pv 16.18).
2.3. Cobiça dos olhos
tudo aquilo que se apresenta ao homem, diante dos olhos, que o atrai com maior força é cobiça. Atração e desejo incomum de posse são tidos como cobiça dos olhos.
Foi esse sentimento que o inimigo inventou despertar em Jesus.
2.3.1. os três aspectos vulneráveis
o homem é deveras vulneráveis quando se trata de sexo, dinheiro e poder.
Satanás ofereceu todos os reinos do mundo a Jesus, procurando influenciá-lo pela ascensão ao poder, em troca apenas de adoração.
De certa forma, seria muito simples prostrar-se, adorar e receber o presente. Estaria ali mesmo tudo consumado. Não haveria mais sofrimento, nem angústia nem morte para Jesus.
Satanás sairia vencedor,e Jesus como “dono do mundo”. Porém Jesus conhecendo as armadilhas do tentador as artimanhas do tentador, não aceitou o caminho fácil. Aleluia!
Ele tinha convicção de que precisava padecer e enfrentar a morte para levar o projeto de Deus até o fim (Lc 24.16).
2.3.2. A precipitação
A segunda proposta do inimigo foi para que Jesus se apossasse dos reinos do mundo naquele exato momento.
Jesus sabia que ainda não era chegado o momento para tal acontecimento. Com certeza todo domínio pertence ao Senhor (Ap 11.15). mas para tudo tem um tempo certo.é somente necessário que se aguarde o tempo de Deus para que as coisas aconteçam.
Não se deixe enganar. Siga o exemplo do mestre. Ele não se encantou com o grande oferecimento.
Satanás continua usando a mesma estratégia para levar o crente ao erro. Jesus disse que o caminho do cristão é estreito (Mt 7.14). o que significa dificuldades, provações, lutas e paciências para esperar (Sl 27.14).
3. Maneiras para alcançar vitória na tentação
A despeito de toda fúria, de toda artimanha e diversidade de estratégia do tentador, existem maneiras para guiar o cristão a sair da tentação.
3.1. não confiar em suas próprias condições
A primeira condição para ser um vencedor é esvaziar-se de si mesmo e se encher do Espírito Santo. É certo que, quando mais revestido do poder de Deus, mais forte será a tentação, porque Satanás conhecer aquele crente que, de fato, é cheio do Espírito Santo, e também aquele de pouca força.
A forte tentação sobreveio a Jesus após o seu batismo e o revestimento de poder (Mt 3.16; Lc 4.1,2).
A promessa de revestimento de poder é para todo cristão (At 1.8)
3.2. Vencer através do jejum
apesar de estar enfraquecido fisicamente após um jejum de quarenta dias e quarenta noites, Jesus estava fortalecido espiritualmente. O jejum leva à santificação porque é uma maneira de se disciplinar, de se amortecer a carne. Jejuar é sair da dimensão terrena e passar à dimensão celestial.
3.3. Fazer uso da palavra
Jesus fez uso das Escrituras para rechaçar o inimigo em todas as investidas (Mt 4.4,7,10).
O inimigo também usou a palavra. Ele a conhece. Mas não a obedece (Mt 4.6). é interessante observar que Satanás usou o Salmo 91.11,12. tem gente que pensa que o diabo tem medo do Salmo 91.
A palavra libera graça e poder de Deus. Ela dá firmeza e guarda o crente do pecado (Sl 119.11). Conhecer a palavra e praticá-la é possuir arma afiada contra os ataques do inimigo (Os 4.6;Sl 119.116; Mt 7.24,27;Hb4.12).
3.4. Fugir da tentação, sim; mas não fugir do inimigo
Se alguém demonstra medo ao inimigo, pode se considerar derrotado (Tg 4.7). Não se brinca com o inimigo. Ele deve ser tratado com seriedade e firmeza.
Fugir da tentação. É importante frisar tudo que diz respeito à natureza humana. A Bíblia manda fugir e não enfrentar (1 Co 6.18ª; 2 Tm 2.22ª) Sabe por quê? Ela é fraca (Mt 2.41).
3.5. Autoridade para repreender o adversário
cada crente deve se apossar do poder que está declarado na palavra de Deus (Lc 10.19). Não ficar conformado, não admitir, não aceitar qualquer situação do diabo quando usa alguém para dizer que não há mais jeito, que está tudo perdido, que o cristão já é derrotado.
O adversário deve ser repreendido em tais situações no nome de Jesus.
4. Atitudes de um vencedor
4.1. Não dê chance para o inimigo tomar a decisão
A última palavra na vida do cristão perdido, nem tudo está tão arruinado que não seja possível para Deus consertar. Na tentação do deserto foi o Senhor Jesus que deu o basta para afugentar o inimigo (Mt 4.10,11).
4.2. Estar sempre alerta
“Vigiai e orar” é a advertência do Senhor Jesus para os seus servos (Mt 26.41). Isso significa estar atento, vigilante, em atitudes de prontidão para qualquer ataque.
À vezes o crente vigia muito em algumas áreas de sua vida e esquece de outras. Não se descuide. Ore, clame vigie constantemente.
4.3. Ser obediente a Deus
Jesus obedeceu em tudo. Até se submeter á morte de cruz (Mt26.39). Nada é tão importante para Deus como a obediência á sua vontade (Hb 5.8). Obedecer a Deus é a melhor forma de adoração.
É preciso, pois, manter a comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo para não lhe faltar o poder do alto nas horas do ataque do inimigo.
1. Então, foi conduzido Jesus pelo Espírito santo ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
2. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;
3. E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.
4. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
5. Então o diabo o transportou à cidade santa, e o colocou sobre o pináculo do templo.
6. E disse-lhe: Se te és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo: porque está escrito: Que aos seus anos dará ordens a teu respeito: e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.
7. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.
8. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
9. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
10. Então disse-lhe Jesus: vai-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.
11. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviram.
Palavra Introdutória
“Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que sãi tentados” Hebreus 2.18
Devemos Compreender que assim como Jesus foi tentado, todo crente também sofre tentações.
Entender que a tentação é uma estratégia do inimigo.
Vigiar todo o tempo para não cair na tentação
Devemos tirara como lição sobre situações do dia-a-dia que podem tornar-se motivos de queda para o cristão.
Trata-se das inúmeras tentações que chegam qualquer momento, das mais diversas formas e intensidades.
1. Conhecendo algo sobre a tentação
Em princípio é importante saber que a tentação é uma disposição de ânimo para a prática de coisas diferentes ou censuráveis. É um forte desejo impetuoso, arrojado, forte, vigoroso.
1.1. A tentação pertence à esfera humana
Deus não tenta ninguém. Porquanto nele não existe qualquer sombra do mal. Ele não possui inclinação nem desejo para o mal.
Deus consente as tentações e provações para provar seus servos e para que eles demonstrem firmeza na fé. Porém a tentação em si não vem de Deus (Tg 1.13). le prova a fidelidade do cristão. Mas nunca o leva a praticar o pecado.
1.2. A tentação não é pecado
A tentação em si não é pecado. É uma predisposição para o pecado. Quando concebida, como diz o apóstolo Tiago, então dá à luz o pecado, e este, sendo consumado, gera a morte (Tg 1.14,15).
1.3. Ninguém é tentado acima do seu limite
Sendo que os propósitos divinos são para testar e burilar o homem através das tentações,o Senhor tem o cuidado de não deixar que elas se avultem ao ponto de sufocar a fé do crente e torná-lo sem ação. Nisso também se pode contar com a fidelidade de Deus.
1.4. As estratégias do inimigo
Satanás tem condições para se transformar em qualquer coisa para atrair e enganar o crente. Ele pode fazer uso de uma serpente, como aconteceu no Èden (Gn 3.1) ou tomar a forma de um anjo de luz (2 Co 11.14). Ele imita a voz dos que já morreram para enganar os parentes saudosos. Usa também os seus instrumentos pra atrair o homem, despertar a sua sensualidade, os seus desejos e levá-lo à queda (Jz 14.1-3).
1.4.1. Ele procura os desatentos e despreocupados
Quando o crente recebe uma grande bênção, ou quando está envolvido em um grande projeto é natural que passe por momentos de despreocupação. Certa ocasião, depois de vencer os siros, o rei Davi (2 Sm 10.18,19), despreocupou-se por algum tempo, dos assuntos de guerra. Permanecendo em Jerusalém, enviou o povo a combater os amonitas. Aproveitando aquela situação Satanás investiu fortemente despreocupado (2 Sm 11.1-4). O rei não vigiou. Caiu na tentação e pagou caro pelo seu pecado.
Vigiar e orar em todo tempo é a advertência divina (Mt 26.41; Lc 22.40).
1.4.2 Jesus estava no deserto
Satanás espera que o crente esteja só, sem o aconchego da família, dos amigos, longe da igreja, longe de alguém que lhe possa alertar sobre o perigo próximo.
1.4.3. Uso de sofismas
Outra estratégia também usada na tentação é a utilização de argumentos aparentemente válidos que só servem para confundir.
Para Eva, o diabo argumentou com palavras que pareciam persuasivas. No entanto eram distorcidas e, por isso, enganosas. Isso a levou à desobediência. Ela transgrediu uma ordem divina (Gn 3.1).
Ele pode até fazer uso de certas verdades com o objetivo de confundir.
Por exemplo, quantas pessoas são tentadas a praticar atos desonestos porque o inimigo lhe mostra um quadro de injustiças sociais. É bem verdade que elas existem.
Mas isso não dá direito a nenhum cidadão de torna-se mentiroso, desonesto, ladrão ou usurpador.
1.4.4. Uso de momentos de fragilidade
Ele atacou Jesus aproveitando –se de um momento fragilidade, após quarenta dias e quarenta noites de jejum. Jesus estava enfraquecido na sua natureza humana. Tanto que teve fome.
O diabo usa desse mesmo expediente para atacar o cristão. É preciso ter força e verdadeira convicção de fé para repreender o inimigo em tais momentos.
2. Os três aspectos das fraqueza humana.
O desejo de derrotar tudo que se relaciona com Deus é muito forte no diabo. Por isso, ele usa de todos os meios para alcançar seu intento.
Ele não teve escrúpulos de tentar o próprio Jesus, muito menos ao homem, que já provou por demais a sua fraqueza.
Assim sendo, o inimigo aproximou-se querendo se aproveitar da situação de desgaste do Senhor, procurou atingir primeiramente o seu amor próprio para, em seguida, intervir, com fúria, nos outros aspectos “Se tu és o Filho de Deus.... (Mt 4.3).
Porém, o intuito maior era levar Jesus a obedecê-lo. Jesus, no entanto, mostrou-se firme. Ele não precisava provar nada a ninguém, muito menos a Satanás
O inimigo não desistiu e continuou o seu intento para derrotá-lo.
2.1. Desejos da carne
O ataque dessa feita foi dirigido à necessidade da carne, pois Jesus naquele momento certamente sentia fome. O diabo sempre chega na hora da nossa maior fragilidade e necessidade. Quantas vezes, o inimigo usa a mesma estratégia para derrubar o crente. Oferece-lhe sugestões para soluções de problemas ou pede para ele demonstrar que possui fé. Seja vigilante, não aceite tais soluções. Elas são apenas momentâneas e estão sempre incluindo um interesse maior para fazer o servo de Deus pecar.
2.2. A soberba da vida
infelizmente esse é um dos males que se apresenta com muita freqüência nos dias atuais. A sede do poder, à vontade de se sobrepor aos demais, a falta de humildade, o desejo de receber louvores e honras têm levado o homem a muitos desatinos.
Até os crentes estão se deixando levar pela soberba da vida. Estão cedendo a esse tipo de tentação. Alguém quer mostrar que é mais espiritual, que é mais usado por Deus, que é mais santo, que ora e jejua mais. Outro se insinua a dizer que tem muita intimidade ao ponto de dizer que tem muita intimidade ao ponto de dizer que Deus lhe revela coisas que não pode contar aos demais porque é “mistério”. Outros ainda sentem-se em situação tão privilegiada de santidade que se ufanam em praticar milagres como se fossem poderosos.
Satanás levou Jesus para o pináculo do tempo (lugar mais alto 70 metros); isto nos demonstrar que satanás ataca até no templo. Tenha muito cuidado com a posição que você ocupa na casa de Deus. O orgulho e a soberba levam à queda (Pv 16.18).
2.3. Cobiça dos olhos
tudo aquilo que se apresenta ao homem, diante dos olhos, que o atrai com maior força é cobiça. Atração e desejo incomum de posse são tidos como cobiça dos olhos.
Foi esse sentimento que o inimigo inventou despertar em Jesus.
2.3.1. os três aspectos vulneráveis
o homem é deveras vulneráveis quando se trata de sexo, dinheiro e poder.
Satanás ofereceu todos os reinos do mundo a Jesus, procurando influenciá-lo pela ascensão ao poder, em troca apenas de adoração.
De certa forma, seria muito simples prostrar-se, adorar e receber o presente. Estaria ali mesmo tudo consumado. Não haveria mais sofrimento, nem angústia nem morte para Jesus.
Satanás sairia vencedor,e Jesus como “dono do mundo”. Porém Jesus conhecendo as armadilhas do tentador as artimanhas do tentador, não aceitou o caminho fácil. Aleluia!
Ele tinha convicção de que precisava padecer e enfrentar a morte para levar o projeto de Deus até o fim (Lc 24.16).
2.3.2. A precipitação
A segunda proposta do inimigo foi para que Jesus se apossasse dos reinos do mundo naquele exato momento.
Jesus sabia que ainda não era chegado o momento para tal acontecimento. Com certeza todo domínio pertence ao Senhor (Ap 11.15). mas para tudo tem um tempo certo.é somente necessário que se aguarde o tempo de Deus para que as coisas aconteçam.
Não se deixe enganar. Siga o exemplo do mestre. Ele não se encantou com o grande oferecimento.
Satanás continua usando a mesma estratégia para levar o crente ao erro. Jesus disse que o caminho do cristão é estreito (Mt 7.14). o que significa dificuldades, provações, lutas e paciências para esperar (Sl 27.14).
3. Maneiras para alcançar vitória na tentação
A despeito de toda fúria, de toda artimanha e diversidade de estratégia do tentador, existem maneiras para guiar o cristão a sair da tentação.
3.1. não confiar em suas próprias condições
A primeira condição para ser um vencedor é esvaziar-se de si mesmo e se encher do Espírito Santo. É certo que, quando mais revestido do poder de Deus, mais forte será a tentação, porque Satanás conhecer aquele crente que, de fato, é cheio do Espírito Santo, e também aquele de pouca força.
A forte tentação sobreveio a Jesus após o seu batismo e o revestimento de poder (Mt 3.16; Lc 4.1,2).
A promessa de revestimento de poder é para todo cristão (At 1.8)
3.2. Vencer através do jejum
apesar de estar enfraquecido fisicamente após um jejum de quarenta dias e quarenta noites, Jesus estava fortalecido espiritualmente. O jejum leva à santificação porque é uma maneira de se disciplinar, de se amortecer a carne. Jejuar é sair da dimensão terrena e passar à dimensão celestial.
3.3. Fazer uso da palavra
Jesus fez uso das Escrituras para rechaçar o inimigo em todas as investidas (Mt 4.4,7,10).
O inimigo também usou a palavra. Ele a conhece. Mas não a obedece (Mt 4.6). é interessante observar que Satanás usou o Salmo 91.11,12. tem gente que pensa que o diabo tem medo do Salmo 91.
A palavra libera graça e poder de Deus. Ela dá firmeza e guarda o crente do pecado (Sl 119.11). Conhecer a palavra e praticá-la é possuir arma afiada contra os ataques do inimigo (Os 4.6;Sl 119.116; Mt 7.24,27;Hb4.12).
3.4. Fugir da tentação, sim; mas não fugir do inimigo
Se alguém demonstra medo ao inimigo, pode se considerar derrotado (Tg 4.7). Não se brinca com o inimigo. Ele deve ser tratado com seriedade e firmeza.
Fugir da tentação. É importante frisar tudo que diz respeito à natureza humana. A Bíblia manda fugir e não enfrentar (1 Co 6.18ª; 2 Tm 2.22ª) Sabe por quê? Ela é fraca (Mt 2.41).
3.5. Autoridade para repreender o adversário
cada crente deve se apossar do poder que está declarado na palavra de Deus (Lc 10.19). Não ficar conformado, não admitir, não aceitar qualquer situação do diabo quando usa alguém para dizer que não há mais jeito, que está tudo perdido, que o cristão já é derrotado.
O adversário deve ser repreendido em tais situações no nome de Jesus.
4. Atitudes de um vencedor
4.1. Não dê chance para o inimigo tomar a decisão
A última palavra na vida do cristão perdido, nem tudo está tão arruinado que não seja possível para Deus consertar. Na tentação do deserto foi o Senhor Jesus que deu o basta para afugentar o inimigo (Mt 4.10,11).
4.2. Estar sempre alerta
“Vigiai e orar” é a advertência do Senhor Jesus para os seus servos (Mt 26.41). Isso significa estar atento, vigilante, em atitudes de prontidão para qualquer ataque.
À vezes o crente vigia muito em algumas áreas de sua vida e esquece de outras. Não se descuide. Ore, clame vigie constantemente.
4.3. Ser obediente a Deus
Jesus obedeceu em tudo. Até se submeter á morte de cruz (Mt26.39). Nada é tão importante para Deus como a obediência á sua vontade (Hb 5.8). Obedecer a Deus é a melhor forma de adoração.
É preciso, pois, manter a comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo para não lhe faltar o poder do alto nas horas do ataque do inimigo.
O princípio da vida santa
O PRINCIPIO DA VIDA SANTA
I. VIDA SANTA
- Os princípios (Cl 3.1-17);
“Paulo escrevendo aos Colossenses”
a) Com relação às afeições dos crentes (Cl 3.1-4);
1. O lugar de nosso afeto (Cl 3.1-3)
Devemos transformar o nosso afeto às coisas terrenas para os céus, ou seja, devemos nos prender mais aos valores celestiais.
a) pessoa do nosso afeto (Cl 3.1-4)
Devemos direcionar o nosso afeto a pessoa do Senhor Jesus Cristo.
b) Com relação ao traje espiritual dos crentes (Cl 3.5-17).
c) Do que devemos despir-nos. (Cl 3.5-9)
A ira de Deus vem sobre aqueles que praticam:
a) A imoralidade e a idolatria (Cl 3.5);
b) A ira, malícia, difamação e linguagem obscena (Cl 3.8);
c) A mentira (Gl 3.9);
d) Do que devemos vestir-nos. (Cl 3.10-17)
a) Uma nova natureza (Cl 3.10-11)
b) Compaixão, bondade, humildade, gentileza e paciência. (Cl 3.12)
c) Perdão e amor (Cl 3.13-14);
d) Paz, gratidão a Deus (Cl 3.15);
e) As palavras de Cristo (Cl 3.16-17);
II. VIDA SANTA AS PESSOAS (Cl 3.18-25; 4.1)
Paulo falou de seis tipos de pessoas:
a) A esposa (Cl 3.19): Sejam submissas aos maridos;
b) Maridos (Cl 3.19): Amem suas esposas e jamais as maltratem;
c) Filhos (Cl 3.20): Obedeçam a seus pais;
d) Pais (Cl 3.21): Não irritem os filhos;
e) Servos (Cl 3.22-29): Sirvam aos patrões da mesma forma que servem ao Senhor;
f) Senhores (Cl 4.1): Tratem os empregados como eles próprios seriam tratados pelo Senhor celestial.
I. VIDA SANTA
- Os princípios (Cl 3.1-17);
“Paulo escrevendo aos Colossenses”
a) Com relação às afeições dos crentes (Cl 3.1-4);
1. O lugar de nosso afeto (Cl 3.1-3)
Devemos transformar o nosso afeto às coisas terrenas para os céus, ou seja, devemos nos prender mais aos valores celestiais.
a) pessoa do nosso afeto (Cl 3.1-4)
Devemos direcionar o nosso afeto a pessoa do Senhor Jesus Cristo.
b) Com relação ao traje espiritual dos crentes (Cl 3.5-17).
c) Do que devemos despir-nos. (Cl 3.5-9)
A ira de Deus vem sobre aqueles que praticam:
a) A imoralidade e a idolatria (Cl 3.5);
b) A ira, malícia, difamação e linguagem obscena (Cl 3.8);
c) A mentira (Gl 3.9);
d) Do que devemos vestir-nos. (Cl 3.10-17)
a) Uma nova natureza (Cl 3.10-11)
b) Compaixão, bondade, humildade, gentileza e paciência. (Cl 3.12)
c) Perdão e amor (Cl 3.13-14);
d) Paz, gratidão a Deus (Cl 3.15);
e) As palavras de Cristo (Cl 3.16-17);
II. VIDA SANTA AS PESSOAS (Cl 3.18-25; 4.1)
Paulo falou de seis tipos de pessoas:
a) A esposa (Cl 3.19): Sejam submissas aos maridos;
b) Maridos (Cl 3.19): Amem suas esposas e jamais as maltratem;
c) Filhos (Cl 3.20): Obedeçam a seus pais;
d) Pais (Cl 3.21): Não irritem os filhos;
e) Servos (Cl 3.22-29): Sirvam aos patrões da mesma forma que servem ao Senhor;
f) Senhores (Cl 4.1): Tratem os empregados como eles próprios seriam tratados pelo Senhor celestial.
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